WALID KHALIDI Quem são verdadeiros descendentes dos antigos hebreus?

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Walid tem um livro clássico sobre a Palestina! Judeus e árabes são primos, e parece bastante óbvio e razoável, como mostram as pesquisas históricas, que os atuais palestinos são hebreus que se converteram ao cristianismo e depois ao islamismo! Ben Gurion promoveu a criação de uma “narrativa” histórica com um exército de historiadores e, principalmente, arqueólogos (quando criança, li muito sobre “e a Bíblia estava certa” ), enquanto, ao mesmo tempo, “apagava” a história dos palestinos, chegando a mudar os nomes de lugares! APAGAMENTO e ESQUECIMENTO, destruição da memória de um povo! É uma forma de assassinato que precedeu, foi e é concomitante à morte física desse povo! A priorização do assassinato de crianças e mulheres é tão sintomática desse desejo e objetivo genocida de exterminar um povo e apagar sua MEMÓRIA! O historiador judeu Schlomo Sand revisita a controversa obra de Arthur Koestler (‘A Décima Terceira Tribo’ ou ‘Khasares’) e apresenta essa construção em dois livros extensos e importantes.

Uma história marcante de cem anos de guerra travada contra os palestinos, escrita pelo mais renomado historiador americano do Oriente Médio, narrada através de eventos cruciais e da história familiar.

Em 1899, Yusuf Diya al-Khalidi, prefeito de Jerusalém, alarmado com o apelo sionista para a criação de um lar nacional judeu na Palestina, escreveu uma carta a Theodor Herzl: o país tinha um povo nativo que não aceitaria facilmente seu próprio deslocamento. Ele alertou sobre os perigos que se aproximavam, terminando sua carta com: “em nome de Deus, que a Palestina seja deixada em paz”. Assim, Rashid Khalidi, sobrinho-neto de al-Khalidi, inicia esta abrangente história, o primeiro relato geral do conflito contado a partir de uma perspectiva explicitamente palestina.

Baseando-se em uma riqueza de materiais de arquivo inexplorados e nos relatos de gerações de membros da família — prefeitos, juízes, acadêmicos, diplomatas e jornalistas — A Guerra dos Cem Anos contra a Palestina subverte as interpretações aceitas do conflito, que tendem, na melhor das hipóteses, a descrever um choque trágico entre dois povos com reivindicações sobre o mesmo território. Em vez disso, Khalidi traça cem anos de guerra colonial contra os palestinos, travada primeiro pelo movimento sionista e depois por Israel, mas apoiada pela Grã-Bretanha e pelos Estados Unidos, as grandes potências da época. Ele destaca os principais episódios dessa campanha colonial, da Declaração Balfour de 1917 à destruição da Palestina em 1948, da invasão do Líbano por Israel em 1982 ao interminável e fútil processo de paz.
Original, confiável e importante, A Guerra dos Cem Anos contra a Palestina não é uma crônica de vitimização, nem encobre os erros dos líderes palestinos ou nega o surgimento de movimentos nacionais em ambos os lados. Ao reavaliar as forças que se opõem aos palestinos, oferece uma nova e esclarecedora perspectiva sobre um conflito que persiste até os dias de hoje.

A Invenção do Povo Judeu ficou 19 semanas na lista de mais vendidos em Israel, em 2008, e é alvo de polêmica acirrada onde quer que seja lançado. Neste trabalho iconoclasta, ao questionar a identidade dos judeus como nação, o historiador Shlomo Sand, ele mesmo judeu, sugere as bases para uma nova visão do futuro político da Terra Prometida. Amparado em farta pesquisa, o autor questiona o discurso historiográfico canônico e formula a tese de que os judeus sempre formaram comunidades religiosas importantes em diversas regiões do mundo, mas não constituem uma nação portadora de uma origem única. O conceito de estado-nação é, portanto, posto em xeque, assim como a ideia de Israel como um Estado pertencente aos judeus do mundo todo – aqueles que escolheram outra pátria em vez de retornar à terra de seus ancestrais. Para o autor, Israel deveria reconhecer seus habitantes, sejam eles israelenses ou palestinos. Publicado em dez línguas, este é um livro questionador, e por isso mesmo necessário, assim como todos os que se propõem a lançar novas luzes sobre a História e seus mitos.

Os judeus sempre acreditaram ser o povo escolhido, e que a Terra de Israel, a Palestina, era seu território de direito, para onde deveriam voltar ao longo da vida. Em seu primeiro livro, A invenção do povo judeu, o historiador israelita Shlomo Sand colocou em xeque o mito de que os judeus são uma nação, mostrando que não há entre eles nenhuma característica comum além da religião. Agora, em A invenção da Terra de Israel, Sand lança uma nova luz sobre um tema polêmico e alvo de uma das mais longas guerras iniciadas no século XX: a Terra de Israel e a invasão do território sagrado pelos palestinos. Sand desconstrói os antigos mitos que cercam a Terra Santa e as definições de pátria para diferentes povos, além de dissecar o conceito de direito histórico por trás das escrituras sagradas.

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