IRAN Efeito Contraproducente da Guerra na Democratização – Valentine Moghadam e Afshin Matin-Asgari –
Erros históricos se repetem ! E alimentam as novas gerações (ou relembram e fazem entender) o anti americanismo raiz de 1953 quando derrubado MOSSADEGH (1º governo civil) num golpe de estado e instalaram um corrupto, truculento (violenta repressora polícia secreta), nababesco, perdulário (concomitante com uma miséria intensa) e entreguista Xá Reza Pahlevi , derrubado por sua vez por uma reação e grande frente oposicionista !
Agora bombardeiam o país e tentam ditar mudança de governo e instalar um governo títere comandado pelo . . . FILHO DO REZA PAHLEVI !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Oposição politica que vinha num crescendo e com conquistas de direitos das MULHERES ficou alienada pelo ATAQUE MILITAR !
LIDERES MAIS MODERADOS FORAM ASSASSINADOS !!!!! O que tem sido uma estratégia para a NARRATIVA de que “não existe com quem conversar” !!!!
A estratégia é a de ALIMENTAR as facções mais extremistas para justificar a necessidade do poder político dos grupos extremistas dos próprios países ocidentais !
O Ocidente deliberadamente SABOTA todos grupos moderados e todo momento democratizante !
Países Ocidentais imperialistas FOMENTAM GRUPOS EXTREMISTAS RELIGIOSOS contra grupos políticos LAICOS Nacionalistas !!!!
ELES NÃO QUEREM REGIMES DEMOCRÁTICOS ! QUEREM GOVERNOS TÍTERES, FANTOCHES !!!!!!!!!!!!!
Por isso MATAM OS MODERADOS e PROMOVEM OS RADICAIS para terem justificativas de ATACÁ-LOS !!!!
Destroem o pais para lucrar com a reconstrução além da PILHAGEM das reservas minerais !
FOLHA DE SÃO PAULO 16 de março de 2026 página A35

FOLHA DE SÃO PAULO 16 de março de 2026 página A34

https://www.instagram.com/reel/DVUTmUsAc0u/?igsh=MXZhdTNlbGVhdDBzbw==



Esta edição atualizada de “Secret Affairs” aborda os eventos marcantes do último ano no Oriente Médio e no Reino Unido. Revela as tentativas não divulgadas da Grã-Bretanha de cultivar relações com a Irmandade Muçulmana no Egito após a queda de Mubarak, a intervenção militar ao lado das forças rebeldes líbias, que incluem elementos pró-Al-Qaeda, e a contínua dependência do Estado fundamentalista por excelência da região, a Arábia Saudita, para salvaguardar seus interesses no Oriente Médio.
O livro lança luz sobre a trajetória de Salman Abedi, o terrorista que atacou Manchester em maio de 2017, e sua rede terrorista: como ele lutou na Líbia em 2011 como parte de um grupo de combatentes que o Reino Unido permitiu deixar o país para lutar contra Gaddafi e derrubá-lo.
Neste livro inovador, Mark Curtis revela a história secreta da conivência britânica com grupos islâmicos radicais e terroristas. “Secret Affairs” mostra como governos, desde a década de 1940, têm conspirado com forças militantes para controlar recursos petrolíferos e derrubar governos. A história de como a Grã-Bretanha contribuiu para o crescimento do terrorismo global nunca foi contada.

Por que alguns, mas não todos, os protestos sociais em massa árabes de 2011 foram acompanhados por resultados relativamente rápidos e não violentos na direção de mudança de regime, democracia e transformação social? Por que a transição democrática se limitou à Tunísia e por que não ocorreu uma democratização em toda a região? “Após as Revoltas Árabes” oferece uma estrutura explicativa para responder a essas questões centrais, baseada em quatro temas principais: tipo de Estado e regime, sociedade civil, relações de gênero e mobilizações de mulheres, e influência externa. Aplicando esses temas a sete casos: Tunísia, Egito, Marrocos, Bahrein, Líbia, Síria e Iêmen, Valentine M. Moghadam e Shamiran Mako destacam a relevância de fatores e forças internas e externas, apresentando de forma singular o status jurídico, as posições sociais e a capacidade organizacional das mulheres, juntamente com a presença ou ausência de intervenção externa, como elementos-chave para explicar os resultados divergentes das revoltas da Primavera Árabe, e estendendo a análise até os dias atuais.


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