WALID KHALIDI Quem são verdadeiros descendentes dos antigos hebreus?

https://www.instagram.com/reel/DVwzlexCMPx/?utm_source=ig_web_button_share_sheet

Walid tem um livro clássico sobre a Palestina! Judeus e árabes são primos, e parece bastante óbvio e razoável, como mostram as pesquisas históricas, que os atuais palestinos são hebreus que se converteram ao cristianismo e depois ao islamismo! Ben Gurion promoveu a criação de uma “narrativa” histórica com um exército de historiadores e, principalmente, arqueólogos (quando criança, li muito sobre “e a Bíblia estava certa” ), enquanto, ao mesmo tempo, “apagava” a história dos palestinos, chegando a mudar os nomes de lugares! APAGAMENTO e ESQUECIMENTO, destruição da memória de um povo! É uma forma de assassinato que precedeu, foi e é concomitante à morte física desse povo! A priorização do assassinato de crianças e mulheres é tão sintomática desse desejo e objetivo genocida de exterminar um povo e apagar sua MEMÓRIA! O historiador judeu Schlomo Sand revisita a controversa obra de Arthur Koestler (‘A Décima Terceira Tribo’ ou ‘Khasares’) e apresenta essa construção em dois livros extensos e importantes.

Uma história marcante de cem anos de guerra travada contra os palestinos, escrita pelo mais renomado historiador americano do Oriente Médio, narrada através de eventos cruciais e da história familiar.

Em 1899, Yusuf Diya al-Khalidi, prefeito de Jerusalém, alarmado com o apelo sionista para a criação de um lar nacional judeu na Palestina, escreveu uma carta a Theodor Herzl: o país tinha um povo nativo que não aceitaria facilmente seu próprio deslocamento. Ele alertou sobre os perigos que se aproximavam, terminando sua carta com: “em nome de Deus, que a Palestina seja deixada em paz”. Assim, Rashid Khalidi, sobrinho-neto de al-Khalidi, inicia esta abrangente história, o primeiro relato geral do conflito contado a partir de uma perspectiva explicitamente palestina.

Baseando-se em uma riqueza de materiais de arquivo inexplorados e nos relatos de gerações de membros da família — prefeitos, juízes, acadêmicos, diplomatas e jornalistas — A Guerra dos Cem Anos contra a Palestina subverte as interpretações aceitas do conflito, que tendem, na melhor das hipóteses, a descrever um choque trágico entre dois povos com reivindicações sobre o mesmo território. Em vez disso, Khalidi traça cem anos de guerra colonial contra os palestinos, travada primeiro pelo movimento sionista e depois por Israel, mas apoiada pela Grã-Bretanha e pelos Estados Unidos, as grandes potências da época. Ele destaca os principais episódios dessa campanha colonial, da Declaração Balfour de 1917 à destruição da Palestina em 1948, da invasão do Líbano por Israel em 1982 ao interminável e fútil processo de paz.
Original, confiável e importante, A Guerra dos Cem Anos contra a Palestina não é uma crônica de vitimização, nem encobre os erros dos líderes palestinos ou nega o surgimento de movimentos nacionais em ambos os lados. Ao reavaliar as forças que se opõem aos palestinos, oferece uma nova e esclarecedora perspectiva sobre um conflito que persiste até os dias de hoje.

A Invenção do Povo Judeu ficou 19 semanas na lista de mais vendidos em Israel, em 2008, e é alvo de polêmica acirrada onde quer que seja lançado. Neste trabalho iconoclasta, ao questionar a identidade dos judeus como nação, o historiador Shlomo Sand, ele mesmo judeu, sugere as bases para uma nova visão do futuro político da Terra Prometida. Amparado em farta pesquisa, o autor questiona o discurso historiográfico canônico e formula a tese de que os judeus sempre formaram comunidades religiosas importantes em diversas regiões do mundo, mas não constituem uma nação portadora de uma origem única. O conceito de estado-nação é, portanto, posto em xeque, assim como a ideia de Israel como um Estado pertencente aos judeus do mundo todo – aqueles que escolheram outra pátria em vez de retornar à terra de seus ancestrais. Para o autor, Israel deveria reconhecer seus habitantes, sejam eles israelenses ou palestinos. Publicado em dez línguas, este é um livro questionador, e por isso mesmo necessário, assim como todos os que se propõem a lançar novas luzes sobre a História e seus mitos.

Os judeus sempre acreditaram ser o povo escolhido, e que a Terra de Israel, a Palestina, era seu território de direito, para onde deveriam voltar ao longo da vida. Em seu primeiro livro, A invenção do povo judeu, o historiador israelita Shlomo Sand colocou em xeque o mito de que os judeus são uma nação, mostrando que não há entre eles nenhuma característica comum além da religião. Agora, em A invenção da Terra de Israel, Sand lança uma nova luz sobre um tema polêmico e alvo de uma das mais longas guerras iniciadas no século XX: a Terra de Israel e a invasão do território sagrado pelos palestinos. Sand desconstrói os antigos mitos que cercam a Terra Santa e as definições de pátria para diferentes povos, além de dissecar o conceito de direito histórico por trás das escrituras sagradas.

brasileiro, descendente de imigrantes italianos, formado em bacharelado em HISTÓRIA na USP, com muita EMPATIA pelos agredidos, perseguidos, imigrantes, desterrados fora de lugar, injustiçados e intolerante com agressores, opressores, poderosos espoliadores !

Publicar comentário